terça-feira, 27 de junho de 2017

MOSSORÓ-RN: CRIME DE HOMICÍDIO NO BAIRRO SUMARÉ

Jorge Henrique dos santos, 24 anos foi morto com um disparo de escopeta no peito e morreu no local
Um crime de homicídio foi registrado na noite de terça feira 27 de Junho de 2017, no Bairro Sumaré em Mossoró Rio Grande do Norte.
A vitima identificada como Jorge Henrique dos santos, 24 anos de idade foi alvejada com um disparo de arma de grosso calibre tipo escopeta e veio a óbito no local antes da chegada do socorro medico.
Segundo informações, o mesmo teria ido a casa de um amigo na Rua Henrique Mendes e quando entrou na residência foi surpreendido por indivíduos que já estavam a sua espera. Após efetuarem o disparo os mesmo fugiram do local.
Uma viatura da Policia Militar realiza o isolamento até a chegada do Instituto Técnico e Cientifico de Pericia que fara a remoção do corpo para sede do órgão.

*O Câmera.

IFRN: Campus Apodi classifica 3 equipes para a fase final da 9ª Olimpíada Nacional de História do Brasil

Ao todo nove alunos do Campus, divididos em três equipes, se classificaram para participar da fase final da 9ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Fruto de muita dedicação dos alunos e dos professores da disciplina que não pouparam esforços para chegarem a esse resultado.

A professora Sarah Campelo está bastante satisfeita com o desempenho de seus alunos que mais uma vez irão para uma final nesta olimpíada. Cerca de 45 alunos, distribuídos em 15 equipes, receberam orientação sobre o tema “O ensino da História é um direito” duas vezes por semana em turnos inversos ao horário de aula. As orientações eram realizadas através de discursões sobre assuntos da prova.

As equipes classificadas foram:

Marxmalllow – Alunos: Iandra Beatriz, Lucas Patrícios e Vitória Júlia
Poty – Alunos: Arthur Vinicius, Julia Milene e Wegton Medeiros
Vreichras – Alunos: Daniel Regis, Nícolas Patrícios, e Taynah Cabral

Nos dias 19 e 20 de agostos as equipes classificadas partirão para a cidade de Campinas (São Paulo) onde participarão da fase final da 9º ONHB.

SOBRE A ONHB

A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) começou em 2009 e é elaborada pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A ONHB é realizada por equipes compostas por quatro pessoas: três estudantes (oitavo e nono anos do ensino fundamental e qualquer ano do ensino médio) e o professor de história do colégio. Antes da fase final, as equipes passam por cinco fases online, que duram uma semana cada uma. Na fase online, as respostas são obtidas pelos participantes por meio do debate com os colegas de equipe e a pesquisa em livros, internet e com os professores.

AGENDA DO BONDE DO STYLO!!!


PARABÉNS VITÓRIA!!!!

O Blog hoje parabeniza a amiga Vitória Oliveira, lá de Caraúbas! Que Deus a abençoe hoje e sempre e lhe proporcione paz, saúde e tudo de bom! 
Feliz aniversário!!!

Temer vê 'infâmia', afirma que não há provas e diz que denúncia é 'ficção'

Ao lado de aliados, presidente fez pronunciamento no Planalto para se defender de denúncia de corrupção contra ele apresentada nesta segunda-feira ao STF pelo procurador-geral da República.

Do G1, Brasília.
O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta terça-feira (27) que não há provas concretas na denúncia por corrupção passiva contra ele apresentada nesta segunda (26) ao STF pela Procuradoria Geral da República. Segundo ele, a peça acusatória é uma "ficção" (veja e leia a íntegra do pronunciamento).
Foi a primeira fala de Temer desde que a denúncia foi apresentada, na noite desta segunda. Ele fez o pronunciamento no Salão Leste do Palácio do Planalto. O presidente chegou ao local acompanhado de diversos ministros e parlamentares da base aliada, que se postaram de pé ao lado do presidente em sinal de apoio.
Veja os principais argumentos utilizados pelo presidente no pronunciamento:
*Disse que é vítima de infâmia.
*Cobrou provas concretas.
*Afirmou que a denúncia é "frágil" e peça de "ficção".
*Atacou a PGR e disse que ex-procurador se tornou advogado da JBS.
*Disse que os acusadores reinventaram o Código Penal e criaram "denúncia por ilação".
*Afirmou que o "senhor grampeador" Joesley Batista é criminoso.
*Disse que gravação de conversa com Joesley é "prova ilícita".
*Criticou o fatiamento da denúncia e disse que a PGR quer "paralisar o país".

"Eu tive ao longo da vida uma vida, graças a Deus, muito produtiva e muito limpa. E exatamente neste momento, em que nós estamos colocando o país nos trilhos, é que somos vítimas dessa infâmia de natureza política. [...] Eu fui denunciado por corrupção passiva. Notem, vou repetir a expressão, corrupção passiva a essa altura da vida, sem jamais ter recebido valores. Nunca vi o dinheiro e não participei de acertos para cometer ilícitos. 

Onde estão as provas concretas de recebimento desses valores? Inexistem", afirmou o presidente.

Na denúncia, Rodrigo Janot afirmou que as provas de que Temer recebeu dinheiro de propina são "abundantes". Antes da denúncia, em um relatório elaborado após as investigações, a Polícia Federal afirmou que as provas colhidas no inquérito indicam "com vigor" que Temer praticou corrupção.
"Criaram uma trama de novela. Eu digo, sem medo de errar, que a denúncia é uma ficção. [...] Tentaram imputar a mim um ato criminoso e não conseguiram porque não existe, juridica ou politicamente", complementou.

Em outro momento do pronunciamento, Temer se disse tranquilo, do ponto de vista jurídico. Isso porque, para ele, não há fundamentos que embasem a denúncia.
"Eu não me impressiono, muitas vezes, com os fundamentos, ou quem sabe até a falta de fundamentos jurídicos, porque advoguei por mais de 40 anos. Eu sei bem como são essas coisas. Eu sei quando a matéria é substanciosa, quando tem fundamentos jurídicos e quando não tem. Então, sob o foco jurídico a minha preocupação é mínima", afirmou o presidente. Segundo ele, acrescentou-se ao direito penal "uma nova categoria: a denúncia por ilação".
No discurso, o presidente afirmou que não lhe falta coragem para "seguir na reconstrução do país" e disse que tem "orgulho" de ser presidente.
"Eu tenho orgulho de ser presidente, convenhamos, é uma coisa extraordinária. Para mim é algo tocante, é algo que não sei como Deus me colocou aqui. Dando-me uma tarefa difícil, mas certamente para que eu pudesse cumpri-la. Portanto, tenho a honra de ser presidente, especialmente, não porque sou presidente, mas é pelos avanços que o meu governo praticou.. [...] Não me falta coragem para seguir na reconstrução do país, e convenhamos, na defesa da minha dignidade pessoal", concluiu.

Janot
O presidente dedicou parte do pronunciamento a atacar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Ele disse que, se quisesse usar o método da “ilação”, poderia levantar suspeitas sobre o ex-vice-procurador, Marcelo Miller, que, segundo afirmou, é ligado a Janot.
Marcelo Miller integrou a força-tarefa da Operação Lava Jato até pouco antes de o empresário Joesley Batista e outros executivos da holding controladora do frigorífico JBS fecharem acordo de delação premiada. Ele deixou a PGR em março e foi trabalhar no escritório de advocacia contratado pela JBS para fechar o acordo de delação premiada.
“Eu dou o nome desse procurador da República, Marcelo Miller, homem da mais estrita confiança do procurador-geral. Pois bem. Eu, que sou da área jurídica, digo a vocês que o sonho de todo acadêmico em Direito, de todo advogado era prestar concurso para ser procurador da República. Pois bem. Esse senhor que eu acabei de mencionar deixa o emprego, que é o sonho de milhares de jovens, acadêmicos, abandona o Ministerio Público para trabalhar em uma empresa que faz delação premiada para o procurador”, disse Temer.
Temer disse que Miller não cumpriu quarentena (período que um servidor tem de aguardar após deixar o serviço público e antes de ingressar no setor privado). "O cidadão saiu e já foi trabalhar, depois de procurar a empresa para oferecer serviços, foi trabalhar para esta empresa e ganhou, na verdade, milhões em poucos meses", afirmou.
Para Temer, Marcelo Miller "garantiu ao seu novo patrão, o novo patrão não é mais o procurador-geral, é a empresa que o contratou, um acordo benevolente, uma delação que tira o seu patrão das garras da Justiça, que gera, meus senhores e minhas senhoras, uma impunidade nunca antes vista", declarou. "E tudo ratificado, assegurado pelo procurador-geral".
À noite, Marcello Miller divulgou comunicado no qual disse que somente se manifestará sobre as declarações de Temer "perante as autoridades".
"Não cometi nenhum ato irregular, mas não responderei às afirmações a meu respeito pela imprensa. Apenas me manifestarei perante as autoridades com competência para examinar os fatos e com interesse na aferição da verdade", disse.
'Ilações'
O presidente também afirmou que poderia fazer "ilações" em relação ao destino da remuneração do ex-procurador, mas que não faz porque não pode "ser irresponsável".
"Pelas novas leis penais, que eu estou dizendo da chamada ilação, ora criada nesta denúncia, que não existe no Código Penal, poderíamos concluir nessa hipótese que estou mencionando, que talvez os milhões de honorários recebidos não fossem unicamente para o assessor de confiança, que, na verdade, deixou a Procuradoria para trabalhar nessa matéria. Mas eu tenho responsabilidade. Eu não farei ilações. Não farei ilações. Eu tenho a mais absoluta convicção de que não posso denunciar sem provas. Não posso fazer, portanto, ilações. Não posso ser irresponsável", declarou Temer.
O presidente disse ainda que a "embriaguez da denúncia" apresentada por Janot "busca a revanche, a destruição e a vingança".

Outras denúncias
Além da denúncia por corrupção, Temer e Rocha Loures são investigados em inquérito por obstrução de justiça e organização criminosa. Por isso, existe a possibilidade de que, nos próximos dias, ambos sejam alvos de duas novas denúncias da PGR.
No pronunciamento, o presidente criticou o eventual fatiamento da denúncia. Para Temer, a estratégia de Rodrigo Janot visa "paralisar o país".
"Ainda se fatiam as denúncias para provocar fatos semanais contra o governo. Querem paralisar o país, querem paralisar o Congresso num ato político com denúncias frágeis e precárias".
"Ainda se fatiam as denúncias para provocar fatos semanais contra o governo. Querem paralisar o país, querem paralisar o Congresso num ato político com denúncias frágeis e precárias", criticou Temer.
Ao finalizar o discurso, Michel Temer disse que não permitirá que o acusem de crimes. "Não fugirei das batalhas. Nem da guerra que temos pela frente".
Entre os parlamentares presentes ao pronunciamento do presidente estava Alceu Moreira (PMDB-RS), um dos cotados para ser indicado relator da denúncia contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Também compareceram, entre outros, os deputados Nelson Marquezelli (PTB-SP), Ricardo Izar (PP-SP), Jovair Arantes (PTB-GO), Darcísio Perondi (PMDB-RS), Hugo Motta (PMDB-PB), Mauro Pereira (PMDB-RS), Izalci Lucas.(PSDB-DF), Pedro Paulo (PMDB-RJ) e Alfredo Kaefer (PSL-PR), além do presidente do Conselho de Ética da Câmara, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA).
A acusação formal contra ele foi enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de segunda-feira (26), por volta das 20h.
No mesmo dia, Temer se reuniu a portas fechadas com ministros e aliados políticos até pouco depois das 23h. Nesta terça, a habitual reunião pela manhã no gabinete presidencial com assessores e ministros próximos não foi realizada. Temer permaneceu durante a manhã no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, local onde reside.
É a primeira vez na história do Brasil que um presidente da República foi denunciado por corrupção durante o exercício do mandato.

LEIA O INFOGRÁFICO DO G1 SOBRE A DENÚNCIA

Antes de a denúncia ser apreciada pelo STF, caberá à Câmara (primeiro, na CCJ e, depois, no plenário) decidir sobre o prosseguimento da acusação.
A denúncia
A denúncia foi baseada na delação de executivos da JBS. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que, "com vontade livre e consciente", Temer "recebeu para si, em razão de sua função", por intermédio do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), atualmente preso, R$ 500 mil oferecidos pelo grupo J&F, ao qual pertence o frigorífico JBS, do empresário Joesley Batista.
LEIA A ÍNTEGRA DA DENÚNCIA

Além disso, de acordo com a acusação, Michel Temer e Rocha Loures aceitaram ainda a promessa de vantagem indevida no montante de R$ 38 milhões para atuação em defesa dos interesses da empresa.
O Ministério Público Federal reconstituiu todos os fatos, do encontro entre Joesley Batista e Temer no Palácio do Jaburu até a entrega de uma mala com R$ 500 mil a Rocha Loures em São Paulo.

"Onde estão as provas concretas de recebimento desses valores? Inexistem."

"Criaram uma trama de novela. Digo sem medo de errar que a denúncia é uma ficção."

"Tenho orgulho de ser presidente. [...] Não sei como Deus me colocou aqui."

PGR contesta Temer e diz que há 'fartos elementos de prova'

Em pronunciamento nesta terça-feira no Palácio do Planalto, presidente Michel Temer afirmou que denúncia de corrupção contra ele é "ficção" e que não há 'provas concretas'.

*Do G1, Brasília.
Procuradoria Geral da República divulgou nota no final da tarde desta terça-feira (27) para contestar as afirmações do presidente Michel Temer em pronunciamento horas antes no Palácio do Planalto.
No pronunciamento, Temer afirmou que a denúncia é "ficção" e que não há "provas concretas" contra ele.
Segundo a PGR, há "fartos elementos de prova" que fundamentam a denúncia de corrupção apresentada nesta segunda-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A PGR também afirma na nota que o ex-procurador da República Marcello Miller não atuou na delação premiada de executivos da empresa JBS. "Sobre o ex-procurador da República e hoje advogado Marcello Miller, a Procuradoria-Geral da República esclarece que ele não participou das negociações do acordo de colaboração premiada dos executivos do Grupo J&F", diz a nota da PGR.
Marcelo Miller integrou a força-tarefa da Operação Lava Jato até pouco antes de o empresário Joesley Batista e outros executivos da holding controladora do frigorífico JBS fecharem acordo de delação premiada. Ele deixou a PGR em março e foi trabalhar no escritório de advocacia contratado pela JBS para fechar o acordo de delação premiada.
Dizendo que não faria ilações, o presidente levantou a hipótese de que Miller teria recebido “milhões de honorários” que talvez não fossem recebidos unicamente por ele.
“O cidadão saiu e já foi trabalhar, depois de procurar a empresa para oferecer serviços, foi trabalhar para esta empresa e ganhou, na verdade, milhões em poucos meses. O que talvez levaria décadas para poupar. Garantiu ao seu novo patrão, o novo patrão não é mais o procurador-geral, é a empresa que o contratou, um acordo benevolente, uma delação que tira o seu patrão das garras da Justiça, que gera, meus senhores e minhas senhoras, uma impunidade nunca antes vista”, disse Temer.
Na nota, além de negar que Miller tenha participado das negociações para a delação da JBS, a PGR registrou que ele trabalhou no grupo de trabalho da Operação Lava Jato até julho de 2016, data a partir da qual passou a atuar na Procuradoria da República no Rio de Janeiro. Segundo a nota, ele pediu exoneração em fevereiro deste ano e foi desligado em abril.
A delação da JBS foi proposta pelos executivos da empresa à PGR em abril e homologada em maio pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.
Em sua declaração à imprensa, Temer disse que o ex-procurador não cumpriu “quarentena nenhuma”, numa referência a regra, válida somente para juízes, que os obrigam a ficar um tempo sem advogar quando deixam a magistratura.

Nota da PGR

Leia abaixo a íntegra da nota

Nota de esclarecimento sobre denúncia contra o presidente da República
A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da República, Michel Temer, nessa segunda-feira, 26 de junho, é pública e baseada em fartos elementos de prova, tais como laudos da Polícia Federal, relatórios circunstanciados, registro de voos, contratos, depoimentos, gravações ambientais, imagens, vídeos, certidões, entre outros documentos, que não deixam dúvida quanto à materialidade e a autoria do crime de corrupção passiva. A peça foi submetida à análise do Supremo Tribunal Federal e seguirá o trâmite previsto na Constituição Federal.
O procurador-geral da República pauta-se por uma atuação técnica, no estrito rigor da lei, tanto na esfera judicial quanto na administrativa, e não se furta em cumprir as responsabilidades inerentes ao exercício do ofício. Rodrigo Janot cumpre à risca o comando constitucional de que ninguém está acima da lei ou fora do seu alcance, cuja transgressão requer o pleno funcionamento das instituições para buscar as devidas punições. Se assim não fosse, não haveria um Estado Democrático de Direito.
Sobre o ex-procurador da República e hoje advogado Marcello Miller, a Procuradoria-Geral da República esclarece que ele não participou das negociações do acordo de colaboração premiada dos executivos do Grupo J&F. Ele integrou a Assessoria Criminal do procurador-geral da República de setembro de 2013 a maio de 2015. De maio de 2015 a julho de 2016, ele foi designado para integrar o Grupo de Trabalho da Operação Lava Jato na PGR, em Brasília. A partir de 4 de julho de 2016, ele voltou a ser lotado na PR/RJ, com processos distribuídos ao seu ofício, atuando junto ao Grupo de Trabalho somente como membro colaborador. Ele solicitou exoneração do cargo de procurador da República em 23 de fevereiro de 2017, a qual foi efetivada em 5 de abril de 2017.

Órgãos públicos estaduais do RN terão ponto facultativo na próxima quinta-feira (29)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte comunicou que os órgãos e repartições públicas estaduais terão Ponto Facultativo na próxima quinta-feira (29) em razão do Dia de São Pedro. Os serviços considerados essenciais funcionarão normalmente. Na sexta-feira (30), o expediente será normal.

APODI-RN: ACIDENTE NA BR 405 AO LADO DO MURALHAS COM DANOS MATERIAIS

Um acidente foi registrado no início da noite desta terça feira, 27 de junho de 2017. 
Paulo Rêgo bateu o seu carro numa parede vizinho ao Muralhas Club, na BR 405, trecho urbano da cidade de Apodi.
Pelo que podemos apurar, a ambulância do SAMU foi até o local e socorreu o condutor do veiculo para o Hospital Regional Hélio Morais Marinho e o seu estado de saúde é bom. No acidente, houve apenas danos materiais.

Dirigente do PT prega ‘luta aberta’ nas ruas se Lula for condenado


Foto: Bruno Santos/Folhapress
Dentro da estratégia de blindagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT do Rio, Washington Quaquá, divulgou nesta segunda-feira (26), uma nota em que prega “confronto popular aberto nas ruas” caso o petista seja condenado pelo juiz Sergio Moro.

“Queremos, a partir do Rio de Janeiro, dizer em alto e bom som: condenar Lula sem provas é acabar de vez com a democracia! Se fizerem isso, se preparem! Não haverá mais respeito a nenhuma instituição e esse será o caminho para o confronto popular aberto nas ruas do Rio e do Brasil!”, afirmou Quaquá.

“Nós queremos repactuar o Brasil em torno da democracia e dos direitos e reformas que melhorem, de fato, a vida do povo, com emprego, desenvolvimento econômico e soberania nacional. Mas quem dirá se será pacto democrático ou luta aberta será a burguesia que deu o golpe!”.

No texto, o presidente estadual do PT diz ainda que a possibilidade de Lula concorrer é a última trincheira dentro das normas democráticas. E, “caso ultrapassada, não haverá mais compromisso democrático no Brasil”, a exemplo do que já aconteceu com o golpe militar de 1964.“Vamos nos preparar pra luta da forma como ela vier.

O judiciário brasileiro precisa dizer se vai aprofundar o golpe ou vai ajudar a restituir a democracia roubada. A garantia de eleições e do direito do Lula concorrer às eleições limpas (já que está mais do que evidente que não há crime por ele cometido e nenhuma prova produzida, depois de anos de investigação e de pressões e benefícios absurdos concedidos para quem se dispusesse a delatá-lo) é a última trincheira, que caso ultrapassada, não restará mais nenhum compromisso democrático no Brasil”, completa a nota.

Folha de São Paulo/JBelmont.

MOSSORÓ-RN: Criminosos arrombam porta e matam popular a tiros dentro de casa no Belo Horizonte

Laécio Martins da Silva, 31 anos foi a 126ª Morte violenta em Mossoró em 2017
O crime aconteceu por volta de 01 hora da madrugada de hoje, 27 de junho, na Rua Dom Helder Câmara, no bairro Belo Horizonte em Mossoró no Rio Grande do Norte.
Os elementos quebraram a porta de frente e atiraram em Laécio ainda deitado. Ele foi atingido na cabeça com disparos de pistola 380 e nem chegou a se levantar.Segundo informações, Laécio Martins da Silva, 31 anos de idade, estava deitado numa rede na sala da residência, quando chegaram algumas pessoas chamando por ele e dizendo que era a polícia.
A polícia nem a família não tem informações sobre os possíveis acusados e nem a motivação.
Na madrugada de domingo para segunda feira, a polícia foi acionada para o bairro belo Horizonte com a informação de um homem andando sem roupas pelo bairro e segundo informações, o acusado era Laécio Martins, que segundo a família, sofre com problemas mentais.
O caso foi parar na Delegacia de Plantão e pode ter despertado a fúria dos criminosos da região. A polícia militar fez o isolamento do local para os procedimentos da Delegacia de Plantão e da equipe de plantão no Itep.

*Fonte: O Câmera.

MOSSORÓ-RN: Ex candidato a vereador é morto a tiros na Maísa

Antonio Soares Filgueira de 42 anos, foi a 125ª morte violenta em Mossoró em 2017
Antônio Soares Filgueira, “Raul” de 42 anos de idade, natural da cidade de Ipanguaçu e residente no Assentamento Oziel, próximo a Maísa, no município de Mossoró, no Rio Grande do Norte, foi morto numa emboscada no final da noite de segunda feira, 26 de junho.
Raul, era agricultor e desenvolvia a atividade de Apicultor “criador de abelhas para produção de mel” foi morto quando retornava do seu lote de terra, por volta de 23 horas.
Segundo informações, ele retirou as caixas para coletar o mel durante o dia e a noite teria ido ao lote devolver as caixas para uma nova produção e foi morto quando retornava.
Uma senhora, sócia de Raul, disse que ouviu cerca de 05 disparos, mas só deu importância, quando percebeu a chegada de um animal com a carroça que estava sendo usada por ele para transportar as caixas com o mel. Ela estranhou e com a ajuda de vizinhos, localizaram o mesmo caído e já sem vida no portão de entrada para o local das abelhas. Ele ainda estava com a roupa de proteção contra abelhas.
O local fica distante cerca de 1 km da vila e a vítima esteva sozinha. Ninguém sabe o que pode ter acontecido. A polícia e família não descartam a possibilidade de crime de vingança.
Ele havia sido absorvido, há cerca de 10 anos, da acusação de um crime de homicídio, lá mesmo na região da Maísa, mas segundo informações, Raul era uma pessoa bem relacionada, muito conhecido em toda região da Maísa, onde tinha sido candidato a vereador em 2016, pelo Partido dos Trabalhadores.



*Fonte: O Câmera.

AGENDA DO FERAS DO FORRÓ!!!!